“A escrita nunca foi forte do capitalismo. O capitalismo é profundamente analfabeto. A morte da escrita é como a morte de Deus ou do pai – algo acontecido há muito tempo, embora o acontecimento demore muito a chegar até nós, de modo que sobrevive em nós a lembrança de signos desaparecidos com os quais continuamos a escrever. E a razão disso é simples; a escrita implica um uso da linguaguem na qual o grafismo se alinha à voz, mas também a sobrecodificação e induz uma voz fictícia das alturas que funciona como significante.”
“quantos encontros foram necessários para formação da coisa, o inominável. Mas o efeito da conjução é certamente o controle cada vez mais profundo da produção pelo capital: a definição do capitalismo ou do seu corte, a conjução de todos os fluxos descodificados e desterritorializados, não se definem nem pelo capital comercial nem pelo capital financeiro, que são tão somente fluxos entre outros, elementos entre outros, mas pelo capital industrial”
“quantos encontros foram necessários para formação da coisa, o inominável. Mas o efeito da conjução é certamente o controle cada vez mais profundo da produção pelo capital: a definição do capitalismo ou do seu corte, a conjução de todos os fluxos descodificados e desterritorializados, não se definem nem pelo capital comercial nem pelo capital financeiro, que são tão somente fluxos entre outros, elementos entre outros, mas pelo capital industrial”
“Mas o campo de imanêcia burguês, tal como é definido pela conjução dos fluxos descodificados, pela negação de toda transcendência ou limite exterior, pela efusão da antiprodução na própria produção, tudo isso instaura uma escravidão incomparável, uma sujeição sem precedente: já não há senhores; agora, só escravos comandando escravos; já não há necessidade de pôr carga no animal de fora, pois ele próprio se encarrega dela”
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