domingo, 8 de maio de 2011

O Sonho é o Deus dos Selvagens

Ancestralidade é como uma educação atemporal, nesse minuto eu divago sobre o conteúdo de um trópico neural. Espelhando minhas respostas numa arma astral, de um dispositivo que não faz nenhum sentido e nem tem senso natural. Alienigéna, é o desconhecido que não está escrito em nenhum mural. Não é uma nave astral, não está em um lugar físico, seja em Macchu Picchu, nas linhas de Nazca ou no segredo das pirâmides de Gizé, o que acontece, é a vida como ela é, cruel, suculenta e truculenta. Explorando a intensidade dos corpos, sem orgãos, sem vestes, sem preceitos, sem conceitos, verdadera nudez. Essa é a real ferida aberta, pode ser dificil perceber sua verdadeira (in)sensatez. Curar um trauma com a memória de um arquivo antigo, escondido na sinfonia biocósmica, por entre as guelras dos seres Atlantida, e ainda entre as concatenações das máquinas, entre as frequências de luz, uma aura cintilante nos seduz. Que beleza, é a certeza de matutar a vida na paradoxa perspicácia da loucura.

Dispositivo Onírico

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