"São signos terríveis que laboram os corpos e os colorem, traços e pigmentos, revelando em plena carne o que cada um deve e lhe é devido: sistema de crueldade, cujoeco se ouve na filosofia de Anaximandro e na tragédia de Ésquilo. Uma escrita de sangue e vida que se opõe à escrita do livro [autônomo da conta infinita que recolhe os signos mortos de uma Prioridade que invoca o eterno]. O sistema de crueldade enuncia as relações finitas do corpo existente com foras que o afetam, ao passo que a doutrina da dívida infinita determina as relações da alma imortal com os juío [interfaces despóticas?]."
G. Deleuze - Crítica & Clínica. Edt. 34
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